segunda-feira, 16 de março de 2015

FORMAÇÃO DIOCESANA 2015




FORMAÇÃO DIOCESANA ACONTECEU DOMINGO DIA

 15 DE MARÇO DE 2015, NA CAPELA SÃO FRANCISCO

DE ASSIS DA PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO,

 NA REGIÃO PASTORAL SANTA BARBARA.

 NOSSO MUITO OBRIGADO AO PADRE CLÁUDIO

PELA ACOLHIDA, E AO 

SECRETARIADO REGIONAL DE CATEQUESE PELA

ORGANIZAÇÃO, VALEU... 

















       MAIS FOTOS: VISUALIZAR O NOSSO ÀLBUM DE FOTOS ON-LINE

terça-feira, 10 de março de 2015

VISÃO SACRAMENTAL



Ainda uma visão sacramental...

Vocês me perdoem, mas, eu ainda me assusto com a visão "sacramental" que muitos catequistas ainda têm da catequese da nossa Igreja. Isso porque, por mais que a gente leia, discuta, divulgue e promova a visão que a Igreja pós-concílio prega, ainda tem gente achando que se faz catequese para receber sacramento!

Numa recente discussão em nosso grupo, estávamos debatendo a validade de se ter crianças na catequese, cujos pais são evangélicos.

Não dá, simplesmente não dá, para pensar que em nossa catequese tenha CRIANÇAS SENDO CATEQUIZADAS a despeito da religião de seus pais. Que eles não sigam religião nenhuma, e a criança procure uma crença que seja dela, até vai. É um direito da criança. Assim como é dever dos pais orientá-la nisso. Mas, quando os pais seguem uma religião protestante ou evangélica e o filho, criança ainda, quer ser católico, é de doer. Essa desculpa de que a criança "quer", me lembra do mesmo querer que uma criança tem de um brinquedo que o amigo da escola possui e ele não.

Que eu saiba, uma pessoa só atinge a maioridade aos 18 anos e pode, assim, fazer o que quiser e escolher a vida que quer seguir. Nossos filhos menores não fazem o que querem nem vão aonde querem sem permissão. Eles não têm maturidade suficiente para decidir, sozinhos, nada na vida, nem sequer o que vão comer. É nosso dever de pais proporcionar uma alimentação saudável para eles e, por “incrível” que pareça, dizer a eles a hora de dormir. Eles também não decidem se querem ou não ir para a escola, ou ao dentista ou visitar a Vovó.  E assim é com muita coisa. Inclusive com a fé. Um pai e uma mãe, responsáveis, jamais deixariam seus filhos na porta de uma Igreja: que não frequentam, de uma religião que eu não seguem; seja para frequentar culto, pregação, catequese ou o que quer que seja.

Onde então, nós catequistas, estamos com a cabeça ao aceitar semelhante coisa? Por que tem criança na catequese católica com pais de outra religião?Por que não vamos evangelizar e converter estes pais? Que "merreca" de discípulos missionários nós somos?

Um trecho do DNC só pra esclarecer umas coisas (Itens 33 e 34):

CATEQUESE E EVANGELIZAÇÃO

A evangelização é uma realidade rica, complexa e dinâmica, que compreende momentos essenciais, e diferentes entre si (cf. CT 18 e 20; DGC 63): o primeiro momento é o anúncio de Jesus Cristo (querigma); a catequese, um desses “momentos essenciais”, é o segundo, dando-lhe continuidade. Sua finalidade (da catequese) éaprofundar e amadurecer a fé, educando o convertido para que se incorpore à comunidade cristã. A catequese sempre supõe a primeira evangelização. Por sua vez, à catequese segue-se o terceiro momento: a ação pastoral para os fiéis já iniciados na fé, no seio da comunidade cristã (cf. DGC 49), através da formação continuada.

(Em resumo: Evangelização= Anúncio, depois catequese, depois ação pastoral).

Catequese e ação pastoral se impregnam do ardor missionário, visando à adesão mais plena a Jesus Cristo. A atividade da Igreja, de modo especial a catequese, traduz sempre a mística missionária que animava os primeiros cristãos. A catequese exige conversão interior e contínuo retorno ao núcleo do Evangelho (querigma), ou seja, ao mistério de Jesus Cristo em sua Páscoa libertadora, vivida e celebrada continuamente na liturgia. Sem isso, ela deixa de produzir os frutos desejados. Toda ação da Igreja leva ao seguimento mais intenso de Jesus (cf. CR 64) e ao compromisso com seu projeto missionário.

CONVERSÃO, SEGUIMENTO, DISCIPULADO, COMUNIDADE

O fruto da evangelização e catequese é o fazer discípulos: acolher a Palavra, aceitar Deus na própria vida, como dom da fé. Há certas condições da nossa parte, que se resumem em duas palavras evangélicas: conversão e seguimento. A fé é como uma caminhada, conduzida pelo Espírito Santo, a partir de uma opção de vida e uma adesão pessoal a Deus, através de Jesus Cristo, e ao seu projeto para o mundo. Isso supõe também a aceitação intelectual, o conhecimento da mensagem de Jesus. O seguimento de Jesus Cristo realiza-se, porém, na comunidade fraterna. O discipulado, que é o aprofundamento do seguimento, implica renúncia a tudo o que se opõe ao projeto de Deus e que diminui a pessoa. Leva à proximidade e intimidade com Jesus Cristo e ao compromisso com a comunidade e com a missão (cf. CR 64- 65; AS127c).

Para maior esclarecimento e aprofundamento dos conceitos de evangelização, catequese, ação pastoral, iniciação cristã, formação continuada, catecumenato etc., pode-se consultar o documento da CNBB: Com adultos catequese adulta, Estudos da CNBB 80, 2001, cap. IV, nn. 86-124. Sobre a “originalidade da pedagogia da fé”.

Agora, pergunto eu: Uma criança de 11, 12 anos ou um adolescente de 13, 14 anos, recém-crismado, tem maturidade para entender tudo isso sem a mediação dos adultos? Neste caso, a família, que é a base de sua formação? Porque, sem entender isso, receber a Eucaristia e a Crisma é mera formalidade sacramental. Não é a isso que a IVC tanto fala? Mais que uma catequese com adultos, uma catequese adulta, se faz urgente! A começar por muitos de nossos catequistas...


Angela Rocha



quinta-feira, 5 de março de 2015

CATEQUESE COM O PAPA

Catequese papa: "Não privemos as nossas famílias da beleza da experiência fraterna de filhos"

E-mailImprimirPDF
papa-familias"A quebra do vínculo entre irmãos é uma coisa bruta e má para a humanidade. Também em família, quantos irmãos brigam por coisas pequenas, ou por uma herança e depois não se falam mais, não se saúdam mais. Isto é ruim!", disse o papa Francisco, em catequese, na Quarta-feira de Cinzas, 18. O pontífice falou da vocação do irmão e da irmã na família. Dando continuidade às catequeses sobre a família, ele apresentou reflexão sobre a passagem bíblica de Caim e Abel e chamou atenção para as relações dolorosas de conflito, de traição, de ódio entre irmãos.
Ao final da catequese, o papa sugeriu para que todos rezem por seus irmãos. "Em silêncio cada um de nós, pensemos nos nossos irmãos, nas nossas irmãs e em silêncio do coração rezemos por eles", disse.
Confira a íntegra da mensagem:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia.
No nosso caminho de catequeses sobre família, depois de ter considerado o papel da mãe, do pai, dos filhos, hoje é a vez dos irmãos. "Irmão" e "irmã" são palavras que o cristianismo ama muito. E, graças à experiência familiar, são palavras que todas as culturas e todas as épocas compreendem.
A ligação fraterna tem um lugar especial na história do povo de Deus, que recebe a sua revelação no vivo da experiência humana. O salmista canta a beleza da ligação fraterna: "Eis como é belo e como é doce que os irmãos vivam juntos!" (Sal 132, 1). E isto é verdade, a fraternidade é bonita! Jesus Cristo levou à sua plenitude também esta experiência humana de ser irmãos e irmãs, assumindo-a no amor trinitário e potencializando-a de forma que vá bem além das ligações de parentesco e possa superar todo muro de estranheza.
Sabemos que quando a relação fraterna se arruína, quando se arruína as relações entre irmãos, se abre o caminho a experiências dolorosas de conflito, de traição, de ódio. A passagem bíblica de Caim e Abel constitui o exemplo deste êxito negativo. Depois do assassinato de Abel, Deus pergunta a Caim: "Onde está Abel, o teu irmão?"(Gen 4,9a). É uma pergunta que o Senhor continua a repetir a cada geração. E, infelizmente, não cessa de se repetir também a dramática resposta de Caim: "Não sei. Sou talvez eu o protetor do meu irmão?" (Gen 4,9b). A quebra do vínculo entre irmãos é uma coisa bruta e má para a humanidade. Também em família, quantos irmãos brigam por coisas pequenas, ou por uma herança e depois não se falam mais, não se saúdam mais. Isto é ruim! A fraternidade é uma coisa grande, quando se pensa que todos os irmãos habitaram o ventre da mesma mãe durante nove meses, vêm da mesma carne da mãe! E não se pode romper a fraternidade. Pensemos um pouco: todos conhecemos famílias que têm irmãos divididos, que brigaram; peçamos ao Senhor por estas famílias – talvez na nossa família há alguns casos – que os ajude a reunir os irmãos, a reconstituir a família. A fraternidade não deve ser rompida e quando se rompe acontece o que aconteceu com Caim e Abel. Quando o Senhor pergunta a Caim onde está o seu irmão, ele responde: "Mas, eu não sei, a mim não importa o meu irmão". Isto é bruto, é uma coisa muito dolorosa de ouvir. Nas nossas orações sempre rezemos pelos irmãos que se dividiram.
A ligação de fraternidade que se forma em família entre os filhos, se acontece em um clima de educação à abertura aos outros, é a grande escola de liberdade e de paz. Na família, entre irmãos, se aprende a convivência humana, como se deve conviver em sociedade. Talvez nem sempre somos conscientes disso, mas é justamente a família que introduz a fraternidade no mundo! A partir dessa primeira experiência de fraternidade, alimentada pelos afetos e pela educação familiar, o estilo de fraternidade se irradia como uma promessa sobre toda a sociedade e sobre relações entre os povos.
A benção que Deus, em Jesus Cristo, derrama sobre este vínculo de fraternidade o dilata de um modo inimaginável, tornando-o capaz de ultrapassar toda diferença de nação, de língua, de cultura e até mesmo de religião.
Pensem o que se torna a ligação entre os homens, mesmo muito diferentes entre eles, quando podem dizer do outro: "Este é como um irmão, esta é como uma irmã para mim!". Isso é belo! A história mostrou o suficiente que, mesmo a liberdade e a igualdade, sem fraternidade, podem se encher de individualismo e de conformismo, também de interesse pessoal.
A fraternidade em família resplandece de modo especial quando vemos a preocupação, a paciência, o afeto de que são circundados o irmãozinho ou a irmãzinha mais frágil, doente ou portador de necessidades especiais. Os irmãos e irmãs que fazem isso são muitos, em todo o mundo, e talvez não apreciamos o suficiente sua generosidade. E quando ou irmãos são tantos na família – hoje, cumprimentei uma família que tem nove filhos – o maior ou a maior ajuda o pai, a mãe a cuidar do menor. E é bonito este trabalho de ajuda entre os irmãos.
Ter um irmão, uma irmã que te quer bem é uma experiência forte, impagável, insubstituível. Do mesmo modo acontece para a fraternidade cristã. Os menores, os mais frágeis, os mais pobres devem nos sensibilizar: têm "direito" de nos tomar a alma e o coração. Sim, esses são nossos irmãos e como tais devemos amá-los e cuidar deles. Quando isso acontece, quando os pobres são como de casa, a nossa própria fraternidade cristã retoma a vida. Os cristãos, de fato, vão ao encontro dos pobres e frágeis não para obedecer a um programa ideológico, mas porque a palavra e o exemplo do Senhor nos dizem que todos somos irmãos. Este é o princípio do amor de Deus e de toda justiça entre os homens. Sugiro a vocês uma coisa: antes de terminar, faltam poucas linhas, em silêncio cada um de nós, pensemos nos nossos irmãos, nas nossas irmãs e em silêncio do coração rezemos por eles. Um instante de silêncio.
Bem, com essa oração levamos todos, irmãos e irmãs, com o pensamento, com o coração, aqui na praça para receber a benção.
Hoje, mais do que nunca, é necessário levar de volta a fraternidade ao centro da nossa sociedade tecnocrática e burocrática: então também a liberdade e a igualdade tomarão suas corretas entonações. Por isso, não privemos as nossas famílias da beleza de uma ampla experiência fraterna de filhos e filhas. E não percamos a nossa confiança na amplitude de horizonte que a fé é capaz de trazer desta experiência, iluminada pela benção de Deus.
CNPF/CNBB com News.va.

EQUIPE DIOCESANA DA INICIAÇÃO A VIDA CRISTÃ

ENCONTRO COM EQUIPE DIOCESANA DE FORMAÇÃO PARA  CATEQUISTA DOS SACRAMENTOS DE INICIAÇÃO (1/3/2015)

BATISMO



Pois não pode deixar de anunciar as coisas que viu e ouviu” (At 4,20)

         Primeiramente louvamos e agradecemos a Deus pela ampliação da Equipe Diocesana de Formação Para Catequistas dos Sacramentos de Iniciação e também pela disponibilidade de reunirem-se domingo, dia 1 d março, das 8hss00 às 11hs00, para buscar fortalecer os laços, e acolher o que irão levar para as Regiões Pastorais para Catequistas do Batismo. Foi oportunidade de, buscar manter a unidade no conteúdo para que haja um crescimento comum na diversidade.
         Contanto com a graça de Deus Pai que vocaciona, na mediação do Filho que envia e na força do Espírito que impulsiona, rogamos por tanto que respondem SIM, e se colocam a serviço do Reino. Que todos sintam a ação da Trindade em todas as áreas de suas vidas.
Com carinho e minha bênção
Diác. Flori






         MAIS FOTOS: VISUALIZAR O NOSSO ÀLBUM DE FOTOS ON-LINE