sábado, 28 de fevereiro de 2015

QUARESMA 2015




VIVER A QUARESMA (28/2/2015)
            A Quaresma é tempo de reflexão, de esperança, de sustentar nossos arrependimentos e servir a necessidade do próximo. É tempo de permitirmos crer em uma manhã luminosa, em um amanhecer de verdade, amor e alegría. É tempo de cumprir com um encontro interior, olharmos os nossos erros, silenciar as tristezas e falarmos em acertos. É tempo de crer no caminho que nos leva a nos entregar intensamente ao amor de Jesus.

QUARESMA
·         Escuta da Palavra de Deus
·         Conversão em nível pessoal, comunitário e social (convivência social)
·         Oração, jejum e esmola (solidariedade)

QUARESMA
·         Consciência da Vida Nova
·         Aprofundamento da vivência do Evangelho
·         Construção da civilização do amor (direito de cidadania)
·         Vivência da Fraternidade
QUARESMA É NOSSO DESERTO, LEMBRANDO:
·         40 anos de caminhada do povo hebreu pelo deserto;
·         40 dias que Moisés passou na montanha;
·         40 dias da caminhada de Elias para chegar à montanha do Senhor;
·         40 dias de Jesus no deserto

QUARESMA é um tempo de "rever a vida" e abandonar o pecado (orgulho, vaidade, arrogância, prepotência, ganância, gula, ira, inveja, preguiça, mentira...

Santo Agostinho dizia que "o pecador não suporta nem a si mesmo", e que "os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria”.    
“Reconciliai-vos com Deus!" (2 Cor 5, 20);
Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação." (2 Cor 6, 1-2)

“Fomos criados para ser amigos de Deus, mas o pecado quebrou esta relação de confiança e de amor e, como consequência, a humanidade é incapaz de realizar sua vocação originária”.  (Bento XVI)
“Cada um, de acordo com as circunstâncias, deixam outros interesses de lado, para preparar e participar de uma festa inesquecível.” (Bento XVI)

Mais do que simples preparação para a Páscoa, a Quaresma é tempo de grande convocação para que toda a Igreja se deixe “purificar do velho fermento para ser uma massa nova, levedada pela verdade”. (cf. 1 Cor 5,7-8).

A Quaresma nos chama à reconciliação, à mudança de vida, a assumir a busca da humanidade inteira por libertação, justiça, dignidade, reconciliação e paz.
As três tentações de Jesus são apresentadas como um caminho que o próprio Jesus trilhou para ensinar ao homem a via de santidade que passa pelo combate ao TER, PODER E PRAZER. (Cf. Lc 4,1-13)

ORAÇÃO PARA A QUARESMA
Pai Nosso, que estais no Céu,
durante esta época de arrependimento,
tende misericórdia de nó.
Com nos oração, nosso jejum e nossas boas obras,
transformai nosso egoísmo em generosidade.
Abri nossos corações à Vossa Palavra,
curai nossas feridas do pecado,
ajudai-nos a fazer o bem neste mundo.
Que transformemos a escuridão
e a dor em vida e alegria.
Concedei-nos estas coisas por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Amém. 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

COMEÇA A CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2015


CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2015
tEMA: IGREJA E SOCIEDADE
lEMA: “EU VIM PARA SERVIR”(mc 10,45)

Hoje quarta-feira de cinzas, dia 18 de fevereiro, a Igreja Católica lança a 51ª Campanha da Fraternidade em terras brasileiras. O objetivo é aprofundar os laços de fraternidade entre as pessoas e comunidades, com o intuito de melhorar as condições de vida do povo. O tema deste ano é: “Fraternidade – Igreja e Sociedade”. O lema indica a diretriz que orienta a reflexão: “Eu vim para servir” (Mc 14,45). A Igreja entende que ela está no mundo para, assim como Jesus Cristo, servir e não para ser servida. A visualização deste serviço vem retratada no cartaz, onde encontramos o papa Francisco lavando os pés de um fiel na quinta-feira santa de 2014.

O caminho para que a Igreja possa cumprir com sua missão de servidora é o diálogo com as diversas instituições e organizações da sociedade. Isso para evitar três perigos, que poderíamos também chamar de três tentações presentes no relacionamento entre a Igreja e a Sociedade.
·         O primeiro é a Igreja agir como detentora absoluta da verdade, impondo a sua doutrina e concepção de organização a toda a sociedade sem se importar com a diversidade de ideologias, culturas e credos que compõem o conjunto da população do Brasil.
·         O segundo perigo é a sociedade ignorar totalmente a presença da Igreja, não levando em consideração a sua existência e a fé dos seus fiéis. Já em 1962, o então arcebispo de Porto Alegre, Dom Vicente Scherer, afirmava que “a doutrina cristã tem repercussões irreprimíveis em todos os atos e setores da vida humana. Jamais os poderosos da terra encontrarão na Igreja um instrumento dócil e submisso para seus desígnios de mando irrestrito”.
·         O terceiro perigo ainda é o de a sociedade perseguir a Igreja ou cobrar dela serviços que ela não consegue executar ou que não fazem parte da sua missão, que é de cunho religioso. “Sua ação evangélica repercute, porém, na organização e no fortalecimento da comunidade humana” (Texto Base da CF, n. 154).
Por causa da sua missão “em favor do bem integral da pessoa humana”, ganha importância o “diálogo cooperativo fraterno e enriquecedor com a realidade social e as instâncias representativas da ordem social” (Idem n. 59). Os critérios “a partir dos quais a Igreja discerne a oportunidade e o estilo de seu diálogo e de sua colaboração com a sociedade, são a dignidade da pessoa humana, o bem comum e a justiça social”.
Convido, pois, os grupos de família, as comunidades e os diversos grupos de Igreja a aproveitarem este tempo de graça que a Campanha da Fraternidade oferece para aprofundarem os laços de diálogo e cooperação com as organizações da sociedade. Tomem o Texto Base em suas mãos. Rezem muitas vezes a oração da Campanha da Fraternidade e cantem o Hino da Campanha. Levem a temática proposta para os Meios de Comunicação Social e para as organizações da sociedade civil. Mostrem para todos que a Igreja quer ser servidora, assumindo funções concretas na defesa e promoção da vida das pessoas que são pobres, estão enfermas ou sendo marginalizadas pelos detentores do poder.
Que o Senhor nos ensine a servir todos e nos abençoe nesta caminhada quaresmal!

 Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)


TEXTO BASE CF 2015
Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.
O texto base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 já está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.
Na apresentação do texto, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, explica que a Campanha da Fraternidade 2015 convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.
“Será uma oportunidade de retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom Leonardo.
PROPOSTA DO SUBSIDIO
O texto base está organizado em quatro partes:
·         No primeiro capítulo são apresentadas reflexões sobre “Histórico das relações Igreja e Sociedade no Brasil”, “A sociedade brasileira atual e seus desafios”, “O serviço da Igreja à sociedade brasileira” e “Igreja – Sociedade: convergência e divergências”.
·         Na segunda parte é aprofundada a relação Igreja e Sociedade à luz da palavra de Deus,  à luz do magistério da Igreja e à luz da doutrina social.
·         Já o terceiro capítulo debate uma visão social a partir do serviço, diálogo e cooperação entre Igreja e sociedade, além de refletir sobre “Dignidade humana, bem comum e justiça social” e “O serviço da Igreja à sociedade”. Nesta parte, o texto aponta  sugestões pastorais para a vivência da Campanha da Fraternidade nas dioceses, paróquias e comunidades.
·         O último capítulo do texto base apresenta os resultados da CF 2014, os projetos atendidos por região, prestação de contas do Fundo Nacional de Solidariedade de 2013 (FNS) e as contribuições enviadas pelas dioceses, além de histórico das últimas Campanhas e temas discutidos nos anos anteriores.

OBjetivos desta Campanha da Fraternidade:-
OBJETIVO GERAL DA CF 2015
01 - Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA CF - 2015 CNBB

01 - Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual.

02 - Apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizastes.

03 - Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral.

04 - Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.

05 - Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade.

06 - Atuar profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária. Fonte: www.portalkairos.net

ORAÇÃO DA CF 2015
Ó Pai, alegria e esperança de vosso povo,
vós conduzis a Igreja, servidora da vida,
nos caminhos da história.
A exemplo de Jesus Cristo e ouvindo sua palavra
que chama à conversão,
seja vossa Igreja testemunha viva de fraternidade
e de liberdade, de justiça e de paz.
Enviai o vosso Espírito da Verdade
para que a sociedade se abra
à aurora de um mundo justo e solidário,
sinal do Reino que há de vir.
Por Cristo Senhor nosso.
Amém!



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

CAMPANHA DA FRATERNIDADE



MENSAGEM PAPA FRANCISCO SOBRE A CAMPANHA DA FRATERNIDADE/2015


Queridos irmãos e irmãs do  Brasil!

Aproxima-se a Quaresma, tempo de preparação para  a Páscoa:  tempo de penitência, oração e caridade, tempo de renovar nossas vidas, identificando-nos com Jesus através da sua entrega generosa aos irmãos,  sobretudo aos mais  necessitadosNeste ano, a Conferência  Nacional  dos  Bispos do Brasil, inspirando-se nas palavras d'Ele O Filho do Homem. não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc   10,45), propõe  coma  tema  de  sua  habitual   Campanha  «Fraternidade:
Igreja e Sociedade».

De fato a Igreja, enquanto «comunidade congregada por aqueles que, crendo, voltam seu olhar Jesus, autor da salvação principio da unidade» (Const. Dogmática Lumen, 3), não pode ser indiferente às necessidades  daqueles que estão ao seu redor, pois, “as alegrias e as   esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo  dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo» (Const. Pastoral Gaudium et spes, 1). Mas, o que fazer? Durante os quarenta dias em que Deus chama seu povo à conversão, a Campanha da Fraternidade quer ajudar a aprofundar,  à luz  do  Evangelho,   o  diálogo  e  a  colaboração  entre  a  Igreja  e a Sociedade propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II como  serviço de edificar o do Reino de Deus, no coração e na vida do povo brasileiro.

A contribuição da Igreja, no respeito pela laicidade do Estado (cfr. Idem, 76) e sem esquecer a autonomia das realidades terrenas (cfr. Idem, 36), encontra forma  concreta na  sua Doutrina  Social,  com a qual quer «assumir evangelicamente e a partir da perspectiva do Reino as tarefas prioritárias que contr1buem para a dignificação do ser humano e a trabalhar junto  com os  demais cidadãos e instituições para  o bem  do ser   humano» (Documento  de Aparecida,  384). Isso não é uma  tarefa  exclusiva  das instituições: cada um deve fazer a sua parte, começando pela minha casa, no meu trabalho, junto das pessoas com quem me relaciono. E de modo concreto, e preciso ajudar aqueles que são mais pobres e necessitados. Lembremo-nos que «cada cristão e cada comunidade são chamados a ser instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres, para que possam integrar-se plenamente na sociedade; isto supõe estar docilmente atentos, para ouvir o clamor do pobre e socorrê-lo» (Exort. Apost. Evangelii gaudium, 187), sobretudo, sabendo acolher, «porque quando somos generosos acolhendo uma pessoa e partilhamos algo com ela - um pouco de comida, um lugar na nossa casa, o nosso  tempo  - não  ficamos mais pobres, mas enriquecemos» (Discurso na Comunidade de Varginha, 25/7/2013 )Assim, examinemos a consciência sobre o compromisso concreto e efetivo de cada um na construção de uma sociedade mais justa, fraterna e pacífica.

Queridos irmãos e irmãs, quando Jesus nos diz “Eu vim para servir (cf. Mc 10, 45), nos ensina aquilo que resume a identidade do cristão: amar servindo. Por isso faço votos que o caminho  quaresmal  deste  ano à luz das propostas  da Campanha da Fraternidade, predisponha  os corações para a vida nova que Cristo nos oferece, e que a foa transformadora que brota da sua Ressurreição alcance a  todos em sua dimensão  pessoal,  familiar, social e cultural e fortaleça em cada coração  sentimentos de fraternidade e  de  viva  cooperação.   todos  e  a  cada  um,  pela  intercessão  de  Nossa Senhora Aparecida,  envio  de todo  coração  a Bênção Apostó1ica,  pedindo que nunca deixem de rezar por mim.

Vaticano, 2 de fevereiro de 2015.



domingo, 15 de fevereiro de 2015

TEMPO DA QUARESMA

Quarta-feira de Cinzas (18/2/2015)
Convertei-vos e crede no evangelho”(Mc 1,15)
A Quarta-Feira de Cinzas marca o principio da Quaresma, e é um dia especialmente penitencial, no qual se manifesta o nosso desejo pessoal de conversão a Deus. É um momento especial porque nos introduz precisamente no mistério quaresmal.
      
Uma das frases no momento da imposição das cinzas serve de lembrete para nós: “Lembra-te que do pó viestes e ao pó, hás de retornar” (Gn 3,19b) ou “Convertei-voa e crede no Evangelho”. A cinza quer demonstrar justamente isso; viemos do pó, viemos da cinza e voltaremos para lá, mas, precisamos estar com os nossos corações preparados, com a nossa alma preparada para Deus.   A imposição das cinzas nos recorda que a nossa vida na terra é passageira e que a definitiva se encontra no céu

A Quarta-feira de Cinzas leva-nos a visualizar a Quaresma, exatamente para que busquemos a conversão, busquemos o Senhor. A liturgia do tempo quaresmal mostra-nos a esmola, a oração e o jejum como os princípios da Quaresma.
A própria Quarta-feira de Cinzas nos coloca dentro do mistério. É um tempo de muita conversão, de muita oração, de arrependimento, um tempo de voltarmos para Deus.
Diz-nos um texto do livro das Crônicas: Se meu povo, sobre o qual foi invocado o Meu Nome, se humilhar, se procurar minha face para orar, se renunciar ao seu mau procedimento, escutarei do alto dos céus e sanarei sua terra” (II Cr 7, 14).
A Quaresma é tempo conversão, tempo de silêncio, de penitência, de jejum e de oração.
Perguntemos para Deus: Senhor, que queres que eu faça? – mesma pergunta de São Francisco diante do crucifixo. E buscar fazer a penitência ofertando algo que gostamos muito para Deus neste tempo quaresmal. Você, que fuma, por exemplo, deixe de fazê-lo na Quaresma. Tenho certeza de que após esse tempo quaresmal Deus o libertará do vício do cigarro. Você, que bebe, não beba, permitindo que o próprio Deus o leve à conversão pela penitência que você está fazendo. Talvez você precise fazer penitência da língua, da fofoca. Escolha uma coisa concreta e não algo que, de tão abstrato, não vai levá-lo a nada. Faça penitência de novela, você que as assiste. Tem de ser algo que o leve à conversão.
O Espírito Santo o (a) levará à penitência que você precisa fazer nesta Quaresma.
ORIGEM
Antigamente os judeus costumavam cobrir-se de cinza quando faziam
 algum sacrifício como desejo de conversão de sua má vida a uma vida com Deus.

No ano de 384 d.C., a Quaresma adquiriu um sentido penitencial e desde o século XI, a Igreja costuma colocar as cinzas ao iniciar os 40 dias de penitência e conversão.

Na Quarta-Feira de Cinzas, o cristão recebe uma cruz na fronte com as cinzas obtidas com a queima dos Ramos usados no Domingo de Ramos passado para recordar-nos que a glória terrena logo se reduz a nada.

CERIMÔNIA
A bênção e imposição das cinzas têm lugar dentro da Missa ou Celebração da Palavra, depois da homilia;
As fórmulas de imposição das cinzas se inspiram na Escritura: Gn, 3, 19 e Mc 1, 15, e podem ser:
“Concede-nos, Senhor, o perdão e faz-nos passar do pecado à graça e da morte para a vida”

 “Recorda que és pó e ao pó voltarás”

“Arrependei-vos e crede no Evangelho”

ATITUDE
A conversão é voltar para Deus, valorizando as realidades terrenas sob a luz constante de sua verdade e assim tomar consciência de que estamos de passagem nesta terra, e que devemos trabalhar até que o Reino de Deus se instaure dentro de nós e triunfe sua justiça.
Ao aproximar-nos do Templo onde receberemos as cinzas, expressamos com humildade e sinceridade de coração, que desejamos converter-nos e crer de verdade no Evangelho.

AS CINZAS
1) A cinza é símbolo de conversão;   de buscar uma mudança positiva nas atitudes com respeito a Deus e ao próximo.
2) A cinza é símbolo de nossa fragilidade e limitação humana e de tomar consciência de que morreremos e devemos aproveitar nossa vida fazendo deste mundo mais humano, mais justo e mais cristão.

3) A recepção da cinza é um ato pessoal e voluntário que se realiza sob a graça e a misericórdia de Deus.

4) Se recebe em uma celebração comunitária, porque é toda a Igreja quem intensifica neste período seu estado de conversão e purificação.

JEJUM E ORAÇÃO
Orar é colocar-nos na presença de Deus para receber Sua graça e Seu amor e o jejum favorece esta abertura do coração.
Este é um modo de pedir perdão a Deus por tê-Lo ofendido e dizer-lhe que queremos mudar de vida para agradá-Lo sempre.
A Quarta-Feira de Cinzas e a Sexta Feira Santa são dias de jejum e abstinência.
A abstinência é a partir dos 14 anos e o jejum dos 18 aos 59 anos.
O jejum consiste em fazer uma só refeição ao dia e a abstinência é não comer carne.

HOMILIA
A homilia faz referência à tripla direção da conversão:
a) A abertura a Deus, que é a escuta da sua Palavra, oração pessoal e familiar; participação mais ativa e frequente à Eucaristia e ao Sacramento da Reconciliação.
b) A abertura aos irmãos: com a esmola (caridade), que é antes de tudo caridade, compreensão, amabilidade e perdão.
c) E o jejum  que é o autocontrole, busca do equilíbrio em nossa escala de valores, renúncia às coisas supérfluas, sobretudo se a economia resulta em ajuda aos mais necessitados.

PRECES PARA A QUARTA-FEIRA DE CINZAS
Dêmos graças a Deus Pai, que nos concede o dom de iniciar hoje o tempo quaresmal. Supliquemos-Lhe que durante estes dias de salvação purifique os nossos corações e os confirme na caridade, mediante a acção do Espírito Santo. Digamos confiadamente:
Dai-nos, Senhor, o vosso Espírito Santo.
Ensinai-nos a saciar o nosso espírito
— com a palavra que sai da vossa boca.
Dai-nos, Senhor, o vosso Espírito Santo

Fazei que pratiquemos a caridade, não só nos acontecimentos importantes,
— mas também na nossa vida de cada dia.
Dai-nos, Senhor, o vosso Espírito Santo

Ajudai-nos a evitar o supérfluo,
— para podermos socorrer os nossos irmãos necessitados.
Dai-nos, Senhor, o vosso Espírito Santo

Ajudai-nos a trazer sempre em nossos corpos a imagem da paixão de vosso Filho,
— Vós que nos destes a vida no seu Corpo.
Dai-nos, Senhor, o vosso Espírito Santo
Pai nosso...

Oração
Concedei-nos, Senhor, a graça de começar com santo jejum este tempo da Quaresma, para que, no combate contra o espírito do mal, sejamos fortalecidos com o auxílio da temperança. Por Nosso Senhor.
(Laudes)
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

ENVIO DE CATEQUISTAS


1ª SUGESTÃO
CELEBRAÇÃO ABERTURA CATEQUESE

OBJETIVO: realizar uma celebração em comunhão para conscientizar que catequizar é missão de todos: família e comunidade.
            A catequese é uma caminhada permanente e progressiva de toda a comunidade.
            As catequistas poderão estar à porta acolhendo pais e catequizandos, carinhosamente, e se possível, chamando-os pelo nome.

AMBIENTAÇÃO: Bíblia, Círio Pascal, 5 velas (para casal, catequista, membro da comunidade, catequizando, coordenadora), um bonito cartaz para ser colocado próximo ao Círio Pascal: “Boas vindas” e outro com versículo “Eu sou a luz do mundo” que entrará depois dos compromissos.

OBS:
  • Preparar bem a motivação e as leituras, compromissos, etc.;
  • Contatar com antecedência: animador, pais (podem ser casais diferentes para ato penitencial e compromisso), catequizandos (idem sugestão anterior), ações simbólicas, etc.
  • Preparar as ações simbólicas.

MOTIVAÇÃO: Nossa comunidade vive hoje um momento de muita alegria. Acolhemos com carinho os pais, as catequistas e o grupo de catequizandos que iniciarão sua caminhada na Escola de Formação na Fé, buscando construir vida sadia e feliz, alicerçadas em Jesus Cristo. Sejam todos bem vindos e juntos possamos caminhar com alegria ao encontro do Pai.
            Vamos receber o Círio Pascal e a Bíblia, que representam o próprio Cristo Ressuscitado, presente entre nós, e que com Sua Luz e com Sua Palavra nos conduzirá na caminhada catequética em busca da verdade que nos liberta e que nos leva ao Pai.
            Com alegria recebamos os catequizandos e seus pais e catequistas. (ver se é possível um fundo musical – talvez em CD mesmo)

(depois que se acomodarem, prosseguir:)
O EVANGELHO NOS INCOMODA E DESACOMODA!
            O ensinamento de Cristo supera os dos escribas e dos sábios em nossos dias. Sua Palavra tem autoridade e força incontestáveis.            
            O Evangelho nos faz compreender que Jesus Cristo é o Filho de Deus, que veio ao mundo com toda autoridade do Pai. Muitas vezes não damos importância e nem queremos ouvir seus ensinamentos, pois o Evangelho é a Palavra que continua a incomodar e a desacomodar nossa vida e nossas consciências.
           
CANTO DE ABERTURA (folheto) entrada equipe celebrativa
SAUDAÇÃO (presidente)
ATO PENITENCIAL

PR: Ó Pai, colocando-nos diante de Vossa infinita misericórdia, pedimos perdão pela falta de interesse me conhecê-Lo e por não vivermos segundo o seu Plano de amor.

PAIS: (um casal faz o pedido de perdão): Senhor, muitas vezes deixamos a educação e a formação na fé de nossos filhos de lado, preocupando-nos apenas com nosso próprio bem-estar e comodismo, esquecendo-nos do compromisso de falar de Vós, de participar em comunidade, com aqueles que, pela Sua graça nos confiaste a vida . Por isso, Senhor, nós pais, te pedimos perdão.
Todos: Piedade, Senhor, piedade, pelo nosso comodismo.

CATEQUIZANDO: (uma criança faz o pedido de perdão): Cristo, perdoa-nos pelas vezes em não ouvimos a nossos pais, pelas vezes em que não oramos, e, principalmente pelas vezes em que esquecemos que Deus é nosso Pai. Por isso, nós catequizandos pedimos perdão.
Todos: Piedade, Senhor, piedade pelo nosso comodismo.

CATEQUISTA: Senhor, perdoa-nos pelas vezes em que nos acomodamos e não ouvimos o teu chamado, não nos esforçamos por cumprir bem nosso compromisso de cristãos e esquecemos da missão que nos deste: “Ide e ensinai, pregai o evangelho”. Por isso, nós, catequistas, te pedimos perdão.
Todos: Piedade, Senhor piedade pelo nosso comodismo.

PR: Ó Pai, que tens por todos nós um amor infinito, que conheces nossa fraqueza e limitação, e sempre nos perdoa, e só espera que nos aproximemos mais de Vós, nos conduzir à vida eterna, ilumina-nos vida no caminho do Bem, e perdoa nossos pecados..
Todos: Amém.

HINO DE LOUVOR: (a primeira doxologia- isto é, a razão porque nos reunimos é para louvar e glorificar ao Pai, pela sua ação salvífica em Jesus Cristo, na força do Espírito Santo)



PR:OREMOS: Concedei-nos, Senhor, nosso Deus, adorar-vos de todo coração, e amar todas as pessoas com verdadeira caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Amém.

Ver com grupo de canto preparar um canto de escuta: Pode ser: Fala, Senhor pela Bíblia/ Tu tens palavras que salva/ em mim é tudo silêncio/ eu quero ouvir Tua voz.
OU
Eu vim para escutar Tua Palavra...Eu gosto de escutar... Eu quero entender... O mundo ainda vai viver...

LITURGIA DA PALAVRA

HOMILIA

ANIMADOR: Neste momento o representante dos pais (um casal), o representante da comunidade, o representante das catequistas, o representante dos catequizandos, juntamente com a coordenadora, acenderão uma vela no Círio Pascal, assumindo o compromisso de ser luz e de testemunhar Jesus Cristo. Todos os pais ficam em pé.

REPRESENTANTE DOS PAIS: (acende a vela, os pais ficam todos em pé): Um dia trouxemos nossos filhos à Igreja para receberem o Batismo. Agora os apresentamos novamente para que eles mesmos confirmem o compromisso que fizemos de educá-los na fé e no amor. Contamos sempre com a oração e ajuda de toda a comunidade no cumprimento dessa tarefa. Esta vela nos faz lembrar o compromisso de sermos luz para nossos filhos.

REPRESENTANTE DA COMUNIDADE: (acende a vela): Junto com os pais e os catequistas, nós membros da comunidade, assumimos o compromisso de ajudar estes catequizandos a cultivar sua vida no caminho do Senhor e de sua verdade. Estamos aqui para incentivá-las neste inicio de Escola de Formação na Fé. Esta vela nos motiva para o compromisso de sermos luz para os catequizandos de nossa comunidade.

REPRESENTANTE DOS CATEQUISTAS: (acende a vela; os catequistas ficam em pé); Amigos, com estes catequizandos, vamos conhecer melhor a Palavra de Deus. Pedimos ao Senhor que nos ajude a anunciá-la e vive-la para que possamos ser fiéis ao compromisso que hoje assumimos.
            Somos também responsáveis pela evangelização de nossa comunidade. Esta vela lembra-nos o compromisso de sermos luz para os catequizandos que querem crescer na fé.

REPRESENTANTE DOS CATEQUIZANDOS: (acende a vela; os catequizandos ficam em pé): Com grande alegria iniciamos a Escola de Formação na Fé. Queremos participar ativamente dos encontros e reconhecer o esforço de nossos pais, companheiros de catequese de nossa comunidade e dos nossos catequistas.

COORDENADOR: (acende a vela); Juntos, todos nós iniciamos neste encontro uma nova caminhada cristã com o compromisso de espalharmos a luz de Jesus. Estas velas que hoje foram acesas lembram o compromisso de sermos luz para nosso catequizandos e seus pais, para os catequistas e a comunidade. Agora vamos receber um cartaz, que deverá ser lido por todos para gravar na memória no coração do que Jesus nos fala no Evangelho, e que, durante todo o ano nos acompanhará em nossos encontros: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida”. (Jo 8,12)       

Ver com grupo um canto: Pode ser: Deixa a luz do céu entrar.

O PRESIDENTE LAVA OS PÉS DOS CATEQUISTAS COMO SINAL DE SERVIÇO (MINISTÉRIO)

ENVIO DOS CATEQUISTAS - CADA UM COM SUA BIBLIA:
PR: A Bíblia trazida pelas catequistas representa o compromisso de responsabilidade e fidelidade com a Palavra de Deus. Vocês catequistas, receberam o ministério da Palavra, por isso são chamadas “Ministros da Palavra”. Eu, como administrador Paroquial, responsável por esta Paróquia Nossa Senhora da Conceição e pela evangelização, em Nome de Cristo Jesus, Nosso Salvador e Senhor, as envio a anunciar a Boa Nova do amor de Deus aos catequizandos, à suas famílias e à comunidade.
            Contem sempre com meu apoio e incentivo, e acima de tudo com a graça de Deus e a intercessão da Mãe de Jesus  e Nossa Mãe Maria Santíssima, que as envolve com seu manto maternal.
            Todo esforço de vocês não será em vão, pois é promessa de Deus que “os que educaram a muitos para a justiça brilharão para sempre como estrelas”. (Dn 12,3)

NESTE MOMENTO, OU DEPOIS DO COMPROMISSO ABAIXO PODE SER REALIZADO O GESTO SIMBÓLICO PELO PRESIDENTE,

CATEQUISTAS: (com a mão direita sobre a Bíblia): Nós, catequistas, desta Paróquia Nossa Senhora Conceição, nos comprometemos a anunciar com fidelidade a Palavra de Deus, procurando, através de nossas vidas, ser exemplo para nosso catequizandos. Para isso, pedimos com a graça de Deus e contamos com ajuda da comunidade.

PROFISSÃO DE FÉ

PRECES DA COMUNIDADE: (podem ser feitas diante da Palavra- Alguém, pode ser um catequizando segura a Bíblia e após as preces, catequistas e um casal, simbolizando todos os pais, olham para ela e rezam: Senhor, quero ler, escutar e anunciar Vossa Palavra  ou mesmo a resposta que está no folheto: Fazei-nos, Senhor, profetas da Verdade

ÀS DO FOLHETO, PODEM ACRESCENTAR:
  • Em nossa vida de cada dia, rezemos.
  • Em nossa vida familiar, rezemos
  • No meio de um mundo descrente, rezemos,
  • Porque queremos seguir Jesus Cristo, rezemos,
  • Porque queremos vida plena e felicidade, rezemos,


DEPOIS DA COMUNHÃO:
CATEQUISTAS: Coloco-me agora diante do seu infinito amor. Tu me deste a missão de anunciar as maravilhas que o Teu Filho e Senhor nosso, Jesus Cristo, desvendou aos nossos olhos.
Tu sabes que sou frágil e que não posso ser profeta do teu Reino se não purificares meus coração e meus lábios. Vejo uma multidão espalhada pelo mundo, precisando ouvir uma mensagem de esperança.
Que meu coração, meus lábios e minha vida anunciem as maravilhas que podem fazer as pessoas felizes. Dá-me o dom da ciência e da piedade. Sem o conhecimento da fé e uma vida integra não poderei ser apostolo.
Que teu Espírito Santo penetre, agora e sempre, em minha vida, que eu me deixe invadir por tua ação. Que este mesmo Espírito acompanhe minhas palavras e meus cuidados pastorais. Eis-me aqui, Senhor, envia-me a evangelizar!

ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

AVISOS

BENÇÃO FINAL

ENVIO DA COMUNIDADE


O SENHOR NOS CHAMA E ENVIA, A ESTA PROPOSTA ESPERA A NOSSA RESPOSTA, QUE QUANDO É DADA COM FIRMEZA, SENTIMOS QUE A SUA GRAÇA NOS CONDUZIR E DESCOBRIMOS A VERDADEIRA FELICIDADE QUE É COLOCAR OS NOSSOS DONS A SERVIÇO DO REINO.
  


2ª SUGESTÃO
ENVIO DE CATEQUISTAS
(depois da homilia)

Motivação: No início das atividades catequéticas, torna-se conveniente apresentar os catequistas e catequizandos. É importante que a apresentação seja realizada numa Celebração Eucarística ou da Palavra, quando toda a comunidade está reunida.

Símbolo: Bíblia e diversos cartazes, conforme indicação abaixo.


Objetivo: Ressaltar a importância da vocação dos catequistas; realizar o envio e a benção, dando destaque à Palavra de Deus.

Sinal da Cruz (cantado): Em nome do Pai...

Catequista: Deus fala conosco e através de nós, quando lemos, ouvimos e proclamamos a sua mensagem sempre atual. É a presença do Deus da vida na existência de seu povo. Recebemos com alegria a Palavra de Deus, cantando:

(alguns catequizandos apresentam a Bíblia e quatro velas acesas ao seu redor.)

Canto: Ergo bem alto esta Bíblia:/ ei-la entre nós e o bom Deus/ É benção que à terra desce,/ é prece que sobe aos céus.

Presidente da Celebração: ao iniciarmos o ano catequético, a benção e o envio de nossos catequistas, vamos ver algumas “chaves”, mensagens, simbolizadas em nosso próprio corpo, que nos ajudam a abrirmos e entendermos a Bíblia de forma libertadora e comprometida. Elas nos lembram que tanto a Bíblia quanto a vida devem ser lidas a partir de Jesus Cristo.

(um catequizando apresenta um cartaz com os pés)

Leitor 1: Pés bem plantados na realidade. Para ler bem a Bíblia é preciso ler bem a vida e conhecer a realidade pessoal e comunitária dos catequizandos e suas famílias. É preciso conhecer também a realidade na qual viveu o Povo da Bíblia. A Bíblia não caiu do céu, prontinha. Ela nasceu das lutas, alegrias, da esperança e da fé de um povo (Ex 3, 7-10).




Canto: Pela Palavra de Deus/ saberemos por onde andar./ Ela é luz e verdade/ precisamos acreditar.

(um catequizando apresenta um cartaz com olhos)

Leitor 2: Olhos bem abertos. Um olho sobre o texto da Bíblia e outro sobre o texto da vida. O que fala o texto da Bíblia? O que fala o texto da vida? A palavra de Deus está na Bíblia e está na vida. Precisamos ter olhos para enxergá-la.


Canto: Jesus Cristo me deixou inquieto/ nas palavras que proferiu; / nunca mais eu pude olhar o mundo/ sem sentir aquilo que Jesus sentiu.

(um catequizando apresenta um cartaz com os ouvidos)

Leitor 3: Ouvidos atentos, em alerta. Um ouvido para escutar o clamor do povo e outro para escutar o que Deus quer falar.






Canto: Fala, Senhor! Fala da vida! Só tu tens palavras eternas, queremos ouvir.

(um catequizando apresenta um cartaz com o coração)
Leitor 4: Coração livre para amar. Ler a Bíblia com sentimento, com emoção que o texto provoca. Só quem ama a Deus e ao próximo pode sentir o que Deus fala na Bíblia e na vida. Coração pronto para converter-se.

Canto: Palavras de salvação/ somente o céu tem pra dar./ Por isso meu coração se abre para escutar.



(um catequizando apresenta um cartaz com a boca)

Leitor 5: Boca para anunciar e denunciar aquilo que os olhos viram, os ouvidos ouviram e o coração sentiu sobre a Palavra de Deus e a vida. Como posso me calar?

Canto: Tenho que gritar, tenho que arriscar/ ai de mim se não o faço. Como escapar de ti, como falar/ se tua voz arde em meu peito?

(um catequizando apresenta um cartaz com a cabeça)

Leitor 6: Cabeça para pensar. Usar a inteligência para meditar, estudar e buscar respostas para nossas dúvidas. Ler a Bíblia e compreender o conteúdo de nossos manuais catequéticos.

Canto: Tu és a razão da jornada, tu és minha estrada, meu guia e meu fim. No grito que vem do teu povo te escuto de novo chamando por mim.


(um catequizando apresenta um cartaz com os joelhos)
Leitor 7: Joelhos dobrados em oração. Só com muita fé e oração podemos entender a Bíblia e a vida. Pedir ajuda ao Espírito para entender o “espírito” da Bíblia. Não podemos fazer uma leitura ao pé da letra, porque a letra mata e o espírito vivifica, como lembra São Paulo (2Cor 3,6).

Catequista: Isaias diz que a Palavra de Deus é muito eficaz. Compara-a com a chuva que molha, fecunda e faz germinar a semente. Vamos saudar a Palavra alegremente, cantando:

Canto: É como a chuva que lava/ é como o fogo que abrasa. Tua Palavra é assim/ não passa por mim sem deixar um sinal.

Presidente da Celebração: Devemos permanecer sempre firmes naquilo que aprendemos e cremos, porque sabemos de quem aprendemos. E desde pequenos conhecemos as Sagradas Escrituras e sabemos que elas têm o poder de proporcionar a sabedoria que conduz à salvação pela fé em Jesus.

(Faz a entrega simbólica da Bíblia aos catequistas, os abençoa e os envia em missão).