quarta-feira, 27 de agosto de 2014

CONCENTRAÇÃO DIOCESANA DO DIA NACIONAL DO CATEQUISTA 2014


CONCENTRAÇÃO DIOCESANA DO DIA NACIONAL DO CATEQUISTA, CELEBRADO NA CATEDRAL SANTO ANTONIO, PIRACICABA, COM CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA PRESIDIDA POR D. FERNANDO MASON. MOMENTO DE GRAÇA E LOUVOR PELA VOCAÇÃO DO CATEQUISTA: LEVAR AS PESSOAS A APAIXONAR-SE POR JESUS , DIA 24 DE AGOSTO, ÀS 15H00!
“Não fostes vós que me escolhestes, mas fui Eu que vos escolhi” (João 15,16)
Vocação é um chamado que Deus faz a cada pessoa. Ele tem um projeto de construção de seu Reino e necessita de colaboradores. A resposta a esse chamado se dá através da missão assumida. A própria Sagrada Escritura traz alguns textos que narram a experiência de pessoas que foram tocadas pelos apelos da vida, dos acontecimentos da história e responderam ao chamado de Deus. 
            Abraão foi chamado a sair de si mesmo para construir um mundo melhor. Deus o chamou para liderar o projeto da formação do seu povo. Moisés foi chamado para animar e libertar o povo escravizado. Jonas foi chamado para converter uma cidade. João Batista recebeu a missão de preparar a vinda do Senhor. Os apóstolos foram chamados, pelo próprio Jesus, para a propagação do Reino. Maria foi chamada para cooperar no plano salvífico de Deus.
           
A vocação catequética não é diferente. É um chamado que Deus faz às pessoas que se comprometem com o trabalho de construção do seu Reino. Um chamado a sair de si mesmo e ir ao encontro do outro, fazendo-o se encantar por Jesus Cristo e sua proposta de vida plena. O catequista é alguém que recebeu o chamado para exercer este ministério. É um passo a mais no seguimento e no testemunho a Jesus Cristo.
           
 A vocação do catequista se revela com o atendimento a esse chamado para assumir, verdadeiramente, o batismo e anunciar, com alegria, o Reino de Deus. É chamado a refletir em seu rosto a alegria, o entusiasmo, o encantamento por Jesus e seu projeto. “Conhecer a Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo é uma graça; transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e nos escolher.”(DA 18). Desta forma, o catequista é alguém chamado a conhecer Jesus Cristo, amá-lo e levar sua mensagem a todos por meio do testemunho de vida.
           
A missão do catequista é atrair as pessoas ao seguimento de Jesus e fazer experiência do amor de Deus. Portanto é uma pessoa escolhida por Deus, através da Igreja e, por ela, encarregada para ser sinal-instrumento eficaz, para transmitir, com a própria vida e pela Palavra, a Boa Nova do Reino de Deus que se revelou plenamente em Jesus Cristo.
            Diante desse chamado para ser encantador de pessoas por Jesus, o catequista precisa ser uma pessoa que ama e se sente realizada; pessoa de maturidade humana e de equilíbrio psicológico; pessoa de espiritualidade, que deseja crescer na santidade; que alimenta sua vida na força do Espírito Santo, para transmitir a mensagem com coragem, com entusiasmo e ardor; que se nutre da Palavra de Deus, da vida de oração, da Eucaristia e da devoção mariana. 
           
O catequista é pessoa que descobre o rosto de Deus nas pessoas, nos pobres, na comunidade, no gesto de justiça e de partilha e nas realidades do mundo. É pessoa integrada no seu tempo e identificada com sua gente. “Olha o mundo com os mesmos olhos com que Jesus contemplava a sociedade de seu tempo” (DGC 16).
            O catequista é ainda uma pessoa em processo de crescimento e de aprendizado, desde a infância até a velhice. É alguém que sabe que não basta boa vontade: é preciso atualização. É pessoa de comunicação, capaz de construir comunhão e cultivar amizades; pessoa capaz de conviver e de fazer a experiência da partilha em comunidade. 
           
Ser catequista é assumir a missão de Jesus Cristo, ser verdadeiramente outro Cristo, ser sinal visível de Deus, fazer ressoar a Palavra de Deus por meio da vida e dos ensinamentos. Ser catequista é ser Igreja, assumir a identidade de Igreja e testemunhar a graça e o amor de Deus em comunhão com a Igreja, Sacramento de salvação.
            Assim, para desempenhar bem este bonito ministério e exercer bem a missão, o catequista deve ser pessoa simples, capaz de receber a todos. Deve ser pessoa atenciosa e sensível para escutar conforme as necessidades de cada catequizando; disponível para o serviço; pessoa de fé e de bons exemplos; autêntica e honesta consigo mesma e com os outros. Deve ser ponto de união e de comunhão; um animador que leve a comunidade a crescer no caminho de Jesus Cristo.

        
    Maria,a primeira e mais fiel catequista envolva a todos com carinho materno, e conduza ao caminho firme de discípulo-missionário, para a construção da Civilização do Amor!

            Abraço e abençôo a todos e todas, amados (as) catequistas

Diácono Flori


























domingo, 24 de agosto de 2014

DIA DO CATEQUISTA



VOCAÇÃO DO CATEQUISTA: ANÚNCIO DO REINO E TESTEMUNHO DE SANTIDADE 

Queridos Catequistas,

       Como é bom saber que, em meio a tantos desafios à vivência da fé, há uma corrente do bem formada por catequistas que acreditam que tais desafios são possibilidades de vida.

      


Apaixonado (a) pela Palavra de Deus, cada um de nós um dia ouviu o apelo para seguir Jesus Cristo, juntou-se fraternalmente aos demais discípulos e se entregou à missão de “fazer ecoar a palavra” em todo lugar. Nossa missão é colaborar na construção de um mundo onde o reinado de Deus se dê na justiça e na paz.
      
       Entre as outras vocações no mês de agosto, celebramos o Dia do Catequista; para bem celebrá-lo lembramos das palavras do Papa Francisco: “ Ser catequista é uma vocação. É dar testemunho da fé, ser coerente na sua vida. Nós ajudamos, nós conduzimos ao encontro com Cristo com palavras e vida, como testemunho” (Discurso aos catequistas no Congresso Internacional de Catequese, Roma, setembro/2013)

      
O Papa ainda nesta ocasião, considerou ainda que vocação é caso de amor. É amor que vem e vai, entre Cristo, catequista, catequizando, comunidade... É receber e dar amor. Ele indicou-nos os meios para cultivar este amor que vem de Cristo:

1.   PERMANECER EM JESUS. Ter familiaridade com Ele. Ficar em sua presença. Deixar-nos olhar por Ele. Aquecer o coração com o amor Dele para aquecermos aos outros;
2.   DESCENTRALIZAR-SE E ABRIR-SE PARA OS OUTROS, assim como Jesus fez. Consciente de que recebeu o dom da fé, o catequista dá esse dom de presente aos outros;
3.   IR ALÉM, SEM MEDO, COM DINAMISMO E CRIATIVIDADE! Abrir as portas, ir à periferia, ir aonde houver necessidade, pois quem nos espera no coração do irmão que sofre ou não tem fé é Jesus. Catequista é quem tem audácia de traçar novos caminhos para a proclamação do Evangelho.

      
 Na certeza de que Jesus nos antecede e toma sempre a iniciativa no amor, prossigamos nossa missão com alegria, sob o olhar materno de Maria, que no céu, assunta, olha por todos nós.

       Que sejamos alegres e felizes em nossa vocação, pois assim fomos chamados para sermos parceiros na construção da Civilização do Amor!



Abençoado Dia do Catequista, com paixão de anunciar o Amor Encarnado do Pai: Jesus Cristo,

Com carinho e minha bênção
                                                                     Diácono Flori 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

DIA NACIONAL DO CATEQUISTA






Comissão de Animação Bíblica, Catequética e Missionária
DIOCESE DE PIRACICABA - SP
 CONCENTRAÇÃO DIOCESANA DE CATEQUISTAS
           
Amada (o) Catequista....
           
“Eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-No” (Mt 4,22)
            Ontem, Pedro, André, Tiago e João...
            Hoje, homens e mulheres fascinados pelo convite de Jesus e seu projeto assumem o mesmo desafio: segui-Lo e anunciar a Boa-Nova do Reino.
          
  Muitos são os apelos, e grande é a diversidade de respostas numa Igreja toda ministerial.
            Nela, vivemos a alegria de ser catequistas, colocando-nos a serviço de crianças, adolescentes, jovens , adultos e anciãos, testemunhando-lhes o sentido e realização de ser discípulos e discípulas de Jesus. A alegria não significa ausência de dificuldades, Nasce da certeza de que, crescendo na liberdade, deixando cada dia 



“barco e pai”, somos mais livres para amar e 
nos deixar surpreender pelo amor de Deus
           
 E para celebrar, louvar e agradecer a Deus por tão maravilhoso dom, que uniremos nossas vozes e corações, para em uníssono cantar as maravilhas de Deus, na Celebração Eucarística presidida por D. Fernando Mason, dia 24 de agosto, às 15h00, na Catedral Santo Antonio (Piracicaba), no Dia Nacional do Catequista.
Querido (a) Catequista aguardamos você com carinho, pois “como é bom, como é agradável os irmãos morarem juntos! (Sl 133, 1)
Até lá, com meu abraço e                           minha bênção.     
Diácono Flori Animador Diocesano

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

REGIÃO SANTA BARBARA


ATUALIZAÇÃO DIOCESANA COM CATEQUISTAS DA EUCARISTIA E PERSEVERANÇA – REGIÃO SANTA BÁRBARA (17/8/2014)

"Tomai e comei, isto é o meu corpo". Em seguida, tomando um cálice, depois de dar graças, deu-lhes, dizendo: "Bebei dele todos, pois isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, derramado por muitos, para o perdão dos pecados". (Mt 26,26-28)
                                
Jesus veio consumar a Páscoa, de forma que todos poderiam passar da morte à vida eterna. E, da mesma maneira que os judeus da época de Moisés tiveram que comer o pão não-levedado e o cordeiro sacrificial para renovar sua comunhão com Deus, assim todos os seguidores de Cristo estavam sendo convidados a comer o corpo e beber o sangue do novo cordeiro de Deus (Jesus) para renovar sua comunhão com Ele e serem marcados com o sinal de vida eterna.

 Jesus afirmou claramente que Ele estava dando para seus seguidores Seu corpo e sangue. Não foi uma metáfora, como muitos dos seus seguidores de Cafarnaum teriam gostado de acreditar - era realmente Ele. Mas teriam seus discípulos verdadeiramente acreditado que ali estavam o corpo e sangue de Jesus? São Paulo testemunha as convicções dos primeiros discípulos de Jesus: "Assim, pois, quem come o pão ou bebe o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo e então coma do pão e beba do cálice; pois aquele que, sem discernir o corpo [do Senhor], come e bebe,  sua própria condenação." (1 Cor 11,27-29)

 São Paulo não era o único dentre os primeiros seguidores de Jesus a descrever esta convicção e prática. Dúzias escreveram sobre isto nos primeiros cem anos de existência da Igreja. Esta convicção na Real Presença de Jesus na Eucaristia permanece até hoje na Adoração católica e na teologia. A compreensão católica da Real Presença de Jesus na Eucaristia é diferente das outras denominações Cristãs, que tendem a encarar a Comunhão Eucarística como um memorial simbólico, ao invés de uma realidade, real transubstanciação.

Com o objetivo de sempre mais firmar nossa fé nessa Verdade de Cristo, aprofundamos e oramos em comunidade. E mais um momento aconteceu Domingo, dia 17 de agosto, na Região Santa Bárbara, na Capela São Francisco, onde se reuniram catequistas da Iniciação Eucarística e Perseverança. Momentos de graça que o Senhor nos proporcionou. Por isso a Ele rendemos toda a nossa adoração, honra e glória pelos séculos sem fim.

Minha benção, queridos (as) catequistas, e que sejam a cada vez mais canais da Luz do Deus Trindade para nossas crianças, adolescente, jovens e adultos.
Díac. Flori






















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