domingo, 4 de setembro de 2016

MÊS DA BÍBLIA

Resultado de imagem para MES DA BIBLIA

TEMÁTICA DESTE ANO, PARA O MÊS DA BÍBLIA, TRAZ REFLEXÕES INSPIRADAS NO LIVRO DO PROFETA MIQUEIAS
Da Redação, com CNBB
Com o tema “Para que n´Ele nossos povos tenham vida” e o lema “Praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar com Deus”, o Mês da Bíblia 2016 traz como proposta de estudo o livro do profeta Miqueias.
Buscando auxiliar às comunidades, paróquias e dioceses, a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB apresenta dois subsídios para esta celebração.
O Texto-Base aborda, de forma explicativa, o tema e lema. Está organizado em seis capítulos. Já o roteiro de “Encontro Bíblicos” oferece cinco celebrações para a vivência em grupo, além de sugestões de cantos litúrgicos.
Vivência da Palavra
Criado na década de 1970, com a finalidade de instruir os fiéis sobre a Palavra de Deus, o Mês da Bíblia é celebrado, no Brasil, em setembro. Para o arcebispo de Curitiba (PR) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, dom José Antônio Peruzzo, o Mês da Bíblia na Igreja no Brasil tornou-se espaço de vivência e experiência de fé nas paróquias.
“Graças ao bom Deus, a cada ano vemos crescer nas comunidades de fé o gosto e o sadio anseio por conhecer a Palavra de Deus. Não é apenas curiosidade; não apenas desejo de melhor saber e mais conhecer temas sobre religião. Muito mais, há no coração de nossa gente um secreto desejo de sentido e de esperança. Há uma busca sincera e singela de experiências de fé. Nosso povo quer sentir a proximidade de Deus”, diz.
Dom Peruzzo recorda, ainda, a importância da vivência da Palavra de Deus na vida em comunidade e na família.
“Nosso país precisa de novas experiências de profetismo. O mesmo vale para a nossa Igreja e para as nossas comunidades. Enquanto houver profetas, aqueles que pronunciam a Palavra ouvida de seu Senhor, Deus ainda não terá sido silenciado em meio aos seus. Valorizar a palavra profética, ouvindo-a com humildade e respondendo com fidelidade, é como desejar que a voz de Deus seja sempre a primeira a ressoar e a última a ecoar”, pontua dom Peruzzo.
INTRODUÇÃO AO LIVRO DO PROFETA MIQUÉIAS
O DIREITO DOS POBRES
Defesa da família: casa e terra
“A esperança é a última que morre”
O profeta Miquéias nasceu em Morasti, uma vila no interior do reino de Judá. Sua origem camponesa se manifesta na linguagem concreta e franca, nas comparações breves e nos jogos de palavras. Ele exerceu sua atividade em fins do século VIII a.C., quando sua região estava sendo devastada pelos assírios.
Miquéias, entretanto, denuncia uma situação mais perversa do que a própria guerra em andamento: a cobiça e injustiças sociais, onde ele vê a causa principal da ira de Deus (2,8). Após descrever os estragos da guerra (1,8-16), o profeta nos conduz à capital, onde ele se defronta com os ricos e com os dirigentes políticos e religiosos. Vindo da roça, Miquéias acusa-os de roubar casas e campos para se tornarem latifundiários (2,1-2) e os condena por mandar matar até mulheres e crianças para se apoderarem das terras (2,9). Com o poder nas mãos, eles dançam ao ritmo do dinheiro, falseando o peso das mercadorias (6,10-12). Miquéias mostra que a riqueza deles se baseia na miséria de muitos e tem como alicerce a carne e o sangue do povo (7,1-4). Eles, porém, insistem, com a Bíblia na mão, em provar que são justos (2,6-7) e que Deus está com eles (3,11); procuram combinar religião com opressão aos fracos. Miquéias denuncia tal perversão como atitude idolátrica (1,5); por isso, é taxativo: eles, juntamente com a luxuosa capital e o próprio Templo, serão destruídos (3,9-12).
No livro atual de Miquéias existem também promessas e esperanças. Entre elas se destaca o anúncio do surgimento do Messias na pequena cidade de Belém (5,1-3). O Novo Testamento retomará esse oráculo e o atribuirá ao nascimento de Jesus Cristo (cf. Mt 2,6).




sábado, 27 de agosto de 2016

DIA NACIONAL DOS CATEQUISTAS

PARABÉNS QUERIDOS CATEQUISTAS PELO SEU DIA 



MENSAGEM  PARA OS CATEQUISTAS (28/8/2016)
 .
 Caríssima irmã, caríssimo irmão Catequista.
 .
Os caminhos da Igreja no Brasil assinalam o mês de agosto com uma nobre particularidade. A temática vocacional recebe forte acentuação: dia dos pais, dia do padre, dia do religioso, dia do Catequista. Este previsto para o próximo dia 28.08.
 .
Em nome da CNBB quero servir-me da data para uma palavra permeada de sincero afeto e imensa gratidão. Embora não seja possível ser suficientemente grato a tanta dedicação, com muita simplicidade, apresento-me para uma reflexão agradecida.
 .
Começo chamando-lhe à recordação uma sua experiência pessoal muito singular: lembra quando alguém lhe dirigiu o convite a tornar-se Catequista? Certamente está presente em sua memória a pessoa, as frases e o contexto. Lembra também de sua própria reação? Talvez inquietação, ou dúvidas, ou temor por não se sentir apta(o). É até possível que lhe tenha aflorado a preocupação pela falta de tempo…
 .
Mesmo assim, embora com tantas objeções, Você aceitou. Estou certo que ainda estão bem presentes os motivos que moveram a aceitar… E o Espírito Santo estava lá: movia, suscitava, inquietava. E eis que desde sua liberdade e desde sua capacidade de amar houve um movimento de afeição amorosa pelo Senhor, pela comunidade, pelos “seus” catequizandos.
 .
Hoje, tendo já passado um bom tempo, talvez anos, cabem duas perguntas bastante simples: mais ofereceu ou mais recebeu? Mais aprendeu ou mais ensinou? É verdade que os desânimos por vezes se apresentaram; também sinais de cruz se pronunciaram. Mas quanto crescimento! Quantos sinais da proximidade de Deus! Quantas experiências de fé! É… Catequese é um caminho, um discipulado, um encontro que perdura e atravessa os anos. Mas o Senhor nunca se deixa vencer em generosidade. Quantas graças!!!
 .
Seu sim ajudou a Igreja a ser Evangelizadora; a ser mais Igreja. Sua dedicação de Catequista a(o) faz lembrar-se de que o Senhor Jesus quer ser conhecido mais por seu amor do que por doutrinas. Por isso mesmo o episcopado brasileiro lhe agradece, caríssima(o) Catequista. E neste dia louva o Senhor por seu ministério. Que Deus lhe multiplique em bênçãos a bênção que é Você para a nossa Igreja.
 .
 Dom José Antonio Peruzzo
 .
Arcebispo de Curitiba-PR
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética




quarta-feira, 24 de agosto de 2016

BÍBLIA E MEU AMBIENTE




mes da bilbia
A Bíblia é uma revelação progressiva. Mesmo antes da revelação plena que veio através de Cristo, profetas já anunciavam aspectos importantes da caridade e da justiça que faziam parte do grande projeto de Deus. No conjunto da Escritura, a mensagem vai se encaminhando na direção dos valores do Reino de Deus, depois amplamente explicitada por Jesus. Trata-se de um modo de viver que quer a humanidade se comportando como uma grande família. O bem comum, desejado por Deus, é o grande objetivo.
Os textos bíblicos tratam da relação das pessoas entre si, isto é, como tratar uns aos outros de maneira fraterna. Os textos também falam da relação com Deus, isso significa organizar a vida respeitando o bem comum que Deus quer para nós e para todos. Falam também da relação com a natureza, percebida como dom de Deus, a ser cuidada com gratidão e respeito. E, por fim, falam da relação com os bens materiais, que devem ser distribuídos de forma justa e utilizados para construir uma coletividade com mais igualdade, ao invés de serem utilizados para suprir a ganância de alguns.

Os profetas deram uma contribuição importante para que os poderosos não fugissem do projeto de Deus. Amós fundamenta sua pregação profética num denúncia social aguda, chamando atenção para um progresso econômico que não se traduzia em igualdade e justiça para todos. Sua denúncia aponta para uma situação de caos social, onde as relações afetivas estavam se rompendo. Com suas denúncias, Amós revela que a fé em Deus estava sendo manipulada pela religião oficial. Deus quer justiça e dignidade para todos. Toda a humanidade é contemplada pelo projeto de Deus. (Amós 2,6-8).

terça-feira, 23 de agosto de 2016

PORTA ESTREITA



PAPA NO ANGELUS: JESUS É A PORTA ESTREITA, MAS SEMPRE ABERTA.

Como sempre o Papa comentou a leitura evangélica, em que São Lucas conta que durante uma viagem em direção a Jerusalém, Jesus foi abordado por uma pessoa que lhe perguntou: “Senhor, são poucos os que se salvam?”. Jesus não respondeu diretamente, mas deslocou o debate para um outro plano dizendo: “esforçai-vos por entrar pela porta estreita, porque muitos, digo-vo Eu, tentarão entrar sem o conseguir”.
O que Jesus quer dizer, através desta simbologia da porta – explicou o Papa – é que não se trata duma questão de número, mas do caminho que conduz à salvação. Um percurso que prevê que se atravesse uma porta. E essa porta é Jesus, que nos conduz ao Pai, onde encontramos amor, compreensão e proteção. Mas porque é que essa porta é estreita – perguntou Francisco:
“É uma porta estreita não porque seja opressiva, mas porque nos pede para restringirmos e contermos o nosso orgulho e o nosso medo, para nos abrirmos com coração humilde e cheio de confiança a Ele, reconhecendo-nos como pecadores, necessitados do seu perdão. A porta da misericórdia de Deus está sempre aberta de par em par para todos! Deus não faz diferença, mas acolhe sempre a todos, sem distinção. E a salvação que ele nos dá é um fluxo incessante de misericórdia que derruba todas as barreiras e abre surpreendentes perspectivas de luz e de paz.”
A porta é estreita, mas está sempre aberta de par em par – insistiu Francisco, exortando-nos todos a não esquecer este aspecto. “Porta estreita, mas sempre aberta de par em par”.
Jesus – prosseguiu o Papa – lança-nos, mais uma vez um premente apelo a “ir para Ele, a atravessar a porta da vida plena, reconciliada e feliz.” Ele espera cada um de nós, independentemente do pecado que tenhamos cometido, para nos abraçar e nos perdoar. Entrando pela porta de Jesus, a Porta da fé e do Evangelho, poderemos abandonar as atitudes mundanas, os maus hábitos, os egoísmos, os fechamentos.
“Quando há o contato com o amor e a misericórdia de Deus, há uma mudança autentica. E a nossa vida é iluminada pela luz do Espírito Santo: uma luz inextinguível.”
Depois Francisco convidou os presentes a pensarem um pouquinho, em silêncio nas coisas que temos dentro de nós e que nos impedem de atravessar a porta: “o meu orgulho, a minha soberba, os meus pecados. E depois pensar na outra porta, aquela aberta de par em par pela misericórdia de Deus que do outro nos espera para nos perdoar, pensemos nestas duas portas…”
O Papa continuou convidando a não desperdiçar as numerosas ocasiões de salvação e a entrar pela porta da salvação que Deus nos oferece. Não se trata – adverte Francisco – de fazer discursos académicos sobre a salvação, mas de colher as ocasiões de salvação, até porque,recorda o Evangelho deste domingo, a um dado momento, “o dono da casa pode levantar-se e fechar a porta”.
Mas se Deus é bom e nos ama – faz notar o Papa – porque fecha a porta? Porque – responde Francisco – a “nossa vida não é um videojogo ou uma telenovela; a nossa vida é séria e o objetivo a atingir é importante: a salvação eterna” .
E o Papa exortou todos a pedirem a Nossa senhora, Porta do Céu, para nos ajudar a acolher as ocasiões que o Senhor nos oferece para atravessar a “porta da fé e entrar assim numa via mais larga: é a estrada da salvação capaz de acolher a todos os que se deixam envolver pelo amor. É o amor que salva, o amor que já aqui na terra é fonte de beatitude de quantos, na humildade, na paciência e na justiça se esquecem de si e se doam aos outros, especialmente aos mais fracos”.
Depois de rezar com os fiéis o Angelus em latim, o Papa disse ter recebido a triste notícias de um atentado sangrento que atingiu ontem a Turquia, pedindo para rezarmos pelas vítimas, pelos mortos e os feridos e para pedirmos o dom da paz para todos.




sábado, 13 de agosto de 2016

FELIZ DIA DOS PAIS


Ser pai é ser ...Marcos Leandro
Ser pai é ser criança,
aprendendo e vivendo sempre coisas novas e boas
Pois só assim é que se cresce
Ser pai é ser filho,
seguindo e trilhando os rumos traçados pelos pais
Pois eles só querem o nosso bem
Ser pai é ser irmão,
sendo um pai dos filhos mais novos e mais velhos
Pois desta maneira se treina para paternidade
Ser pai é ser amigo,
compreendendo e ajudando os amigos que precisam de um pai
Pois eles retribuirão com gratidão
Ser pai é ser avô,
observando e encaminhado os filhos a serem bons pais
Pois eles conseguirão a maturidade
Ser pai é ser mestre,
espalhando a sabedoria e seus conhecimentos
Pois é assim que se constrói um mundo melhor
Ser pai é ser pai,
orientando e encaminhado os filhos a seguirem o bom caminho
Pois só assim se obtém a felicidade
Ser pai é ser como Cristo,
educando e praticando seus ensinamentos
Pois é assim que se conquista a benção de Deus

terça-feira, 9 de agosto de 2016

terça-feira, 19 de julho de 2016

Escola de Atualização Bíblico-Catequética da Regional Sul I da CNBB


Dia do Catequista: Aprender para melhor evangelizar
Todos somos evangelizadores por sermos batizados. Poucos são vocacionados a ser catequistas. Uma evangelização eficaz, solicita a cada catequista uma busca constante para o conhecimento da Palavra de Deus. Ao transmitir a Palavra de Deus, não estamos nos posicionando a respeito de um assunto qualquer, mas da vida pratica de Jesus Cristo, que revelou para toda a humanidade o rosto humano de Deus.
Com o objetivo de contribuir com a educação continua das pessoas que aceitaram o chamado para ser catequista, nasceu a Escola de Atualização Bíblico-Catequética da Regional Sul I da CNBB. Este ano teve como tema " Caminho do Discipulado" e como Lema " Fala Senhor na nossa voz" (At 8, 26-40). Dia 30 de Junho tivemos duas importantes aulas. " Comunicação e Catequese" com o professor Felipe Zangari. A comunicação é fundamental para que o projeto de Jesus Cristo chegue a todos. Como está a comunicação na catequese? Como estamos comunicando Jesus Cristo aos catequizandos?  Padre Luís Gonzaga Bolinelli, através de uma oficina, desenvolveu o tema: " Ministério do Catequista: Mensageiro da misericórdia".  Deus usou de misericórdia, para que sejamos misericordiosos. Estou anunciando a misericórdia de Deus, praticando a misericórdia? Como Igreja estamos sendo misericordiosos?
Dia 1º de Julho Padre Guilherme Daniel Michelett, mostrou a importância da harmonia entre "Catequese e Liturgia". A melhor catequese sobre a Eucaristia é a própria Eucaristia bem celebrada. Bento XVI. Como está a transmissão da importância da participação na Celebração Eucarística, para os catequizandos? Como catequistas somos modelos para os catequizandos, participando constantemente nas celebrações dominicais? Celebrar é um ato especial com a participação da comunidade e do presbítero. Os cristãos se reúnem para celebrar. Quem celebra não é somente o padre, mas todo o povo reunido celebra. Padre Jordélio nos orientou no encontro noturno, sobre a Catequese Junto a pessoa com deficiência.
Dia 02 de Julho, Padre Boris Agustín Nef Ulloa, em sintonia com o Ano da Misericórdia, ministrou aula sobre: " Jesus fonte de misericórdia: Evangelho de Lucas". O que sabemos de Jesus Cristo através dos Evangelhos Sinóticos? Qual o rosto de Jesus Cristo revelado pelo Evangelista Lucas? O Evangelho de Lucas tem duas características importantes: Misericórdia e Salvação. A parábola do Bom Samaritano é um exemplo marcante de quem deseja descobrir o que é misericórdia.
Dia 03 de Julho, Irmã Rosangela Aparecida Fontoura, ajudou-nos a entender que ser catequista começa pela compreensão de " Mística e Espiritualidade". Somos catequista mistagógicos? Temos destinado um tempo para nossa preparação pessoal para transmitir a Palavra de Deus para os catequizandos? Estamos nos reunindo para rezar antes de dialogar com nossos catequizandos? É fundamental para o catequista ter uma vida de oração. Saber silenciar para ouvir a voz de Deus.
Todos os dias tivemos Celebração Eucarística presidida por Dom Tomé e concelebrada pelos padres presentes e um diácono.
Representaram a Diocese de Piracicaba: Neide Ferreira Casimiro, Gislene Bassani, Heloisa Helena Cruz, Antônio Carlos Casimiro e Domingo Nunes
Convido a todos os catequistas para que participem dia 28 de Agosto, a partir 14:00 da concentração e Celebração da Eucaristia que será presidida por Dom Fernando. Catedral de Santo Antônio.
Domingo Nunes
Coordenador Regional do Secretariado de Iniciação a Vida Cristã.